Modelos culturais

21-12-2006 08:17

 Índice

Resumo

Introdução

Desenvolvimento

Modelos sociais

Modelos culturais

Diferença entre os modelos culturais e técnicos

Conclusão

Bibliografia

 

 

Resumo

Os modelos sociais são nada mais, nada menos do que géneros muitos diferentes que vão de pratos nacionais a vida religiosa. Aonde podemos encontrar modelos técnicos e culturais.

Entende-se por modelo cultural o conjunto de combinatórios de sentido partilhado pelas pessoas de um dado universo social.

Os modelos técnicos são aqueles que se referem na vida quotidiana e a vida económica, cuja a validade só dependeria da repercussão e só sucesso da operação.

 

 

Introdução

Modelo vem modelar algo que serve como exemplo ou molde para algo. Quando se fala em modelo social e o tipo de sociedade mas especificamente o aspectos socioeconómico.

Trata-se de domínio extremamente vasto. Compreende o conjunto das imagens exemplos mais ou menos estandardizadas, critérios, excitantes, sinais, indicativos, regras destinadas a guiar e a dirigir não somente as condutas colectivas individuais mais também a funções, atitudes e a finalidade a própria vida mental. Este domínio excede largamente a camada organizada e realiza-se em condutas relativas, mais ou menos regulares, que podem manifestar-se não somente fora de qualquer organização, mas até por vezes independentemente de uma estrutura social (global ou parcial) precisa.

 

 Modelos sociais

Os modelos sociais são de géneros muito diferentes pratos nacionais e regionais, trajes, técnicas industriais e agrícolas, maneiras, as festas nacionais e locais, a educação, a vida política, jurídica, e ate a religiosa e moral de uma sociedade e dos grupos particulares são fortemente inspirados por modelos. Os modelos sociais nem sempre se encontram ligados a tradições ou fundamentos em conteúdos de rotina. Podem, igualmente inovar transformáveis, criáveis, em todo o caso constituem apenas um sector especial do domínio incomparavelmente mais vasto dos modelos sociais.

Modelo cultural

Entende-se por modelo cultural o conjunto de combinatórios de sentido partilhado pelas pessoas de um dado universo social. Este não pode ser directamente inferido pelo que há desenquadrar nestes gastos em categorias mais genéticas (literatura, musica gótica, etc.).  

 

A diferença entre os modelos culturais e técnicos

Distingue-se amiudadas vezes os modelos culturais dos modelos técnicos. Aqueles que se referem a vida quotidiana e à vida económica seriam de preferência de modelos técnicos, cuja a validade só dependeria da repercussão e só sucesso da operação. Pelo contrário os modelos culturais ligados os valores ideais teriam carácter estimativos e a sua validade seria independente da tradição. Todavia, cumpre não exagerar tal oposição, que é muito relativa.

Modelos técnicos e modelos culturais não deixam de, em diferentes graus se interpenetra nos diferentes tipos de sociedade e de agrupamento. O comportamento económico, por exemplo, encontra-se tão impregnado de modelos culturais como de modelos técnicas; e a moral, a religião, a arte, a educação, etc., podem realizar-se graças a modelos técnicos que lhe são próprios. O interesse da distinção dos dois géneros de modelos sociais residem mais no facto de modelos chamados culturais melhor fazer ressaltar o carácter tanto paradoxal da camada que analisamos os modelos são guias, directivas, prescrições por vezes normas que pretendem ser validos e reclamados obediência e por vezes até a reclamar de forma imperativa E, no entanto haja em quanto forças determinantes da realidade social, dela participarão na sua qualidade de produto e produtores e são eficientes. Até sucede só se revelam capazes de agir eficazes sobre a realidade social de que fazem parte em função da validade que lhes é reconhecida. Eficiência determinante e validez encontram-se portanto aqui indissoluvelmente ligadas, agindo os modelos ao mesmo tempo como causa e como norma. Isto torna particularmente notória se nos detivermos nesses casos especiais de modelos que são os sinais e os indicativos colectivos por um milagre as regras sociais por outra. – O sinal social é um excitante exterior destinado a transmitir uma ordem da sociedade ou de um grupo particular, que prescreve tal ou tal comportamento aos seus membros. Assim, a sineta de uma escola adverte os alunos de que a lição terminou ou certos movimentos de uma bandeira dá os soldados a ordem de marchar o sinal age como uma causa, mas só quando compreendido como indicativo de uma ordem dada. Os indicativos sociais que os sinais-express és constituem apenas limitado sector são expressões que se substituem a uma significação e desempenham o papel intermediário entre esta significação e os sujeitos colectivos ou individuais chamados a compreende-los ou aprende-la. Por exemplo, uma seta que indica a direcção de esta ou aquela localidade é um indicativo que tem como significação: eis o mais curto caminho para chegar a este sítio. É preciso compreender o significado deste indicativo para que actuem como causa. As regras sociais das condutas estão cheias de sinais-expressões e de indicativos; cumpre acrescentar a isto o ascendente de uma prescrição, um elemento normativo e imperativo destinado a combater os obstáculos que impedem a obediência. Quando o seu ascendente se impõe as regras sociais tornam-se causas de condutas.

  

Conclusão

Depois de analisados os conceitos de modelos técnicos e culturais, podemos afirmar que os modelos sociais e particularmente os sinais, indicativos e regras facilitam largamente uma certa regularidade da vida social, ora contribuindo somente para não descontentar a espera ou a exctação de este ou aquele comportamento colectivo hora exercendo uma verdadeira influente porém acima da camada encontram-se as condutas colectivas que poderiam realizá-los e que, por, vezes, preparam surpresas porque o desnível entre a regularidade esperada e as condutas efectivas e é muitas vezes considerável. 

   

Bibliografia

www.google.pt

Livro: Tratado de sociologia primeiro volume 3º edição, autor: George Gurvitch.